segunda-feira, 25 de agosto de 2008
50 letras
"faz tempo que não leio nada seu."
"faz tempo que não escrevo nada meu."
"e por que?"
"fuvest. só escrevo pra fuvest. só leio pra fuvest. o que a fuvest manda eu faço e eu só faço aquilo que a fuvest manda. Só escrevo fuvest, só leio fuvest, só penso fuvest. Hoje eu sou a fuvest." U.u
"...ahn."
Aliteração
Fracos Fatores Frequêntes Frenéticos
Fazem Fazer
Fator
tropas trêmulas Tendem ao Tétrico
trincar de dentes que
Tentam soltar no Ar
Respostas do fatorar.
tirei nove em matemática! =D
adoro pronomes. sou tarada por pronomes. Amo dos Anjos e odeio Casmurro. Quando eu for famosa ninguém vai se lembrar desse tal de Machado. Estarei na lista de livros que cairão na fuvest.
Sou modesta.
E tenho dito.
"faz tempo que não escrevo nada meu."
"e por que?"
"fuvest. só escrevo pra fuvest. só leio pra fuvest. o que a fuvest manda eu faço e eu só faço aquilo que a fuvest manda. Só escrevo fuvest, só leio fuvest, só penso fuvest. Hoje eu sou a fuvest." U.u
"...ahn."
Aliteração
Fracos Fatores Frequêntes Frenéticos
Fazem Fazer
Fator
tropas trêmulas Tendem ao Tétrico
trincar de dentes que
Tentam soltar no Ar
Respostas do fatorar.
tirei nove em matemática! =D
adoro pronomes. sou tarada por pronomes. Amo dos Anjos e odeio Casmurro. Quando eu for famosa ninguém vai se lembrar desse tal de Machado. Estarei na lista de livros que cairão na fuvest.
Sou modesta.
E tenho dito.
sexta-feira, 8 de agosto de 2008
Prepotência
Uma vez alguém me disse que o amor se resume em ações.
Não se trata propriamente de um sentimento, mas sim de atitudes, foi o que essa pessoa (por quem sempre senti - e sinto até hoje - um grande desprezo) disse.
E eu finalmente entendi. Com todas as suas futilidades e comentários inoportunos, o alguém passou alguma mensagem útil que toda a minha esperteza rara custou a interpretar.
(Talvez eu quase me arrependa de não ter me aproximado e absorvido outras coisas de igual valor. se eu não fosse tão arrogante, sem dúvida.)
Acho que ela tinha razão. O ser humano vive em conflitos com a concepção de amor: sentimento que tira a razão? antes ter razão ou emoção? e assim por diante...
Eu, com mais uma conclusão brilhante que provavelmente metade da humanidade já fez (e digo mais uma vez: EU deveria ter patenteado "O Segredo" antes que roubassem minha idéia. droga.), cheguei ao ponto de afirmar que o sentimento mais ordinário que haveria de existir não é racional e tampouco irracional. São atitudes que tomamos. A prova que perdemos só pra ir a uma apresentação idiota, o sono que interrompemos pra ir ao exercito (à toa), as noites acordadas pra checar o termômetro, a reunião cancelada pra levar o filho ao medico... seria racional, mesmo que por subconsciente. porque é impossível sequer atravessar a rua sem pensar em quem se ama (de verdade), mesmo sem saber que está pensando.
E é por isso que eu acho que pessoas incapazes de sentir amor próprio, são incapazes de amar, em geral. Como na aula de ecologia: "uma pessoa que coloca um cigarro na boca, que prejudica seu corpo de uma forma conscientemente estúpida e desnecessária, não tem a moral pra falar de meio ambiente. não sabe o que é ecologia."
São ações irracionais, mas não-egoístas. e se tem um momento que o estúpido ser humano consegue abrir mão do egoísmo é quando ele ama. sem-mentir, sem-trair, sem-escrúpulos, sem-vergonha.
É por isso que creio que amor platônico não existe. Não dá pra amar sem ser correspondido (amar de formas diferentes é outra coisa). E, quando a pessoa amada diz que vai embora, muita gente fica doida. É aceitável a tristeza de uma separação e justificável o não-deixar-partir. Quem diz que ama, mas quer ser nobre demais pra tentar impedir uma separação é irremediavelmente idiota.
Acontece que há uma notável diferença na reconciliação de quem sente amor e na de quem sente dependência. E isso faz uma puta diferença. Quem depende, depende da nicotina: é eufórico, faz mal, domina, cega, ilude, é insano. Faz com que você se vicie e fique fora de si quando acaba. É doentio.
Quem ama mesmo não grita sem motivos, não desrespeita (nem a sim mesmo), não desconfia, não agride. Ser pacifista não precisa fazer parte do perfil amante. não precisa existir uma ideologia: é tudo meio mecânico mesmo. E acho que os casais que nunca se separaram são os únicos que sentem esse amor absoluto: porque não existem brigas, apenas conflitos.
Se digo isso, é porque, hoje, eu te amo. (mesmo sabendo que não vai entender, anyway. mesmo sabendo que é só até amanhã, quando esquecermos, anyway)
"sei a verdade e sou feliz."
Não se trata propriamente de um sentimento, mas sim de atitudes, foi o que essa pessoa (por quem sempre senti - e sinto até hoje - um grande desprezo) disse.
E eu finalmente entendi. Com todas as suas futilidades e comentários inoportunos, o alguém passou alguma mensagem útil que toda a minha esperteza rara custou a interpretar.
(Talvez eu quase me arrependa de não ter me aproximado e absorvido outras coisas de igual valor. se eu não fosse tão arrogante, sem dúvida.)
Acho que ela tinha razão. O ser humano vive em conflitos com a concepção de amor: sentimento que tira a razão? antes ter razão ou emoção? e assim por diante...
Eu, com mais uma conclusão brilhante que provavelmente metade da humanidade já fez (e digo mais uma vez: EU deveria ter patenteado "O Segredo" antes que roubassem minha idéia. droga.), cheguei ao ponto de afirmar que o sentimento mais ordinário que haveria de existir não é racional e tampouco irracional. São atitudes que tomamos. A prova que perdemos só pra ir a uma apresentação idiota, o sono que interrompemos pra ir ao exercito (à toa), as noites acordadas pra checar o termômetro, a reunião cancelada pra levar o filho ao medico... seria racional, mesmo que por subconsciente. porque é impossível sequer atravessar a rua sem pensar em quem se ama (de verdade), mesmo sem saber que está pensando.
E é por isso que eu acho que pessoas incapazes de sentir amor próprio, são incapazes de amar, em geral. Como na aula de ecologia: "uma pessoa que coloca um cigarro na boca, que prejudica seu corpo de uma forma conscientemente estúpida e desnecessária, não tem a moral pra falar de meio ambiente. não sabe o que é ecologia."
São ações irracionais, mas não-egoístas. e se tem um momento que o estúpido ser humano consegue abrir mão do egoísmo é quando ele ama. sem-mentir, sem-trair, sem-escrúpulos, sem-vergonha.
É por isso que creio que amor platônico não existe. Não dá pra amar sem ser correspondido (amar de formas diferentes é outra coisa). E, quando a pessoa amada diz que vai embora, muita gente fica doida. É aceitável a tristeza de uma separação e justificável o não-deixar-partir. Quem diz que ama, mas quer ser nobre demais pra tentar impedir uma separação é irremediavelmente idiota.
Acontece que há uma notável diferença na reconciliação de quem sente amor e na de quem sente dependência. E isso faz uma puta diferença. Quem depende, depende da nicotina: é eufórico, faz mal, domina, cega, ilude, é insano. Faz com que você se vicie e fique fora de si quando acaba. É doentio.
Quem ama mesmo não grita sem motivos, não desrespeita (nem a sim mesmo), não desconfia, não agride. Ser pacifista não precisa fazer parte do perfil amante. não precisa existir uma ideologia: é tudo meio mecânico mesmo. E acho que os casais que nunca se separaram são os únicos que sentem esse amor absoluto: porque não existem brigas, apenas conflitos.
Se digo isso, é porque, hoje, eu te amo. (mesmo sabendo que não vai entender, anyway. mesmo sabendo que é só até amanhã, quando esquecermos, anyway)
"sei a verdade e sou feliz."
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