Está acabando um ano repleto de últimas e primeiras vezes.
Primeira vez que odeio. e amo.
Primeira vez que perco. de verdade.
Primeira vez.
Primeira vez que brigo. e choro.
Primeiro beijo sem amor, primeira lágrima de rancor.
As primeiras noites em claro e "vou chorar até dormir"
e últimas.
O último almoço, a última briga, o último adeus, a última tragada.
Última vez que me apaixono...
e traio (a mim e a ele).
Último poema, último post.
Aos leitores, desejo um ano de descobertas. novas. (tá?)
Aos amigos, desejo um novo amor. (eles precisam, eu bem sei.)
À família... paciência. e muita.
Àquela professora... não desejo. agradeço. nada do que eu possa vir a desejar parece o suficiente...
E ele. A ele... nossa. num dia normal eu não desejaria nada. o mandaria calar. e só. mas... não é mais um dia normal. faz tempo que não é. não me lembro ao certo quando foi que deixei o desprezo e a indiferença de lado. quando foi que o incondicional chegou e devastou tudo aquilo de amargo em mim. Mas a ele desejo a eternidade. (e como desejo!) Desejo que cada dia... tenha aquele 'quê' de algo novo. sensação de novidade. é bom assim.
E tem eu. Desejo tantas coisa a mim mesma que essas tornam-se inumeráveis.
Mas eu... desejo, e talvez a cima de tudo, crescer. Desejo, além disso, um céu estrelado todas as noites. e todas as manhãs também.
Que tudo - ou quem sabe quase nada - se renove.
2008 pode vir.
;)
sexta-feira, 28 de dezembro de 2007
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