domingo, 25 de novembro de 2007

O amor da minha vida

Desde criança, fui apaixonada por um cara. o mesmo cara. Aquele "primeiro amor" intenso e platônico que quem nunca sentiu não pode fazer a mínima idéia do que é.
E, até há algumas horas atrás, aquele era, pra mim, "O" cara.
Aquele cara que marca nossa vida pra sempre; aquele que a gente gosta mais do que qualquer um.
Passei seis anos caindo de amores por ele e... bem, acabou que não deu em grandes resultados.
Ainda assim, continuei admirando muito o "amor da minha vida". mesmo. até hoje.
Acontece que no meu mundo colorido só tem decepção(e não falo apenas do meu amor infantil). Eu só me fodo. Só faço a escolha errada.
A culpa? não é do destino, não. é da minha burrice.
Já dizia um conhecido meu: feliz é aquele que entra num relacionamento com a razão(ao invés da emoção), porque é usando a razão (e não o sentimento) que saímos dele.
O meu problema é que sou burra, impulsiva, carentedesesperada e não dou ouvidos à conselhos. sério.
Hoje descobri que o amor da minha vida não passa de um pivete de 19 anos.
Prepotente, arrogante, fútil.

humano.








ah.

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