Anoréxica
O jeans apertado acusava os quilos a mais. Há de morrer assim.
quarta-feira, 28 de novembro de 2007
domingo, 25 de novembro de 2007
O amor da minha vida
Desde criança, fui apaixonada por um cara. o mesmo cara. Aquele "primeiro amor" intenso e platônico que quem nunca sentiu não pode fazer a mínima idéia do que é.
E, até há algumas horas atrás, aquele era, pra mim, "O" cara.
Aquele cara que marca nossa vida pra sempre; aquele que a gente gosta mais do que qualquer um.
Passei seis anos caindo de amores por ele e... bem, acabou que não deu em grandes resultados.
Ainda assim, continuei admirando muito o "amor da minha vida". mesmo. até hoje.
Acontece que no meu mundo colorido só tem decepção(e não falo apenas do meu amor infantil). Eu só me fodo. Só faço a escolha errada.
A culpa? não é do destino, não. é da minha burrice.
Já dizia um conhecido meu: feliz é aquele que entra num relacionamento com a razão(ao invés da emoção), porque é usando a razão (e não o sentimento) que saímos dele.
O meu problema é que sou burra, impulsiva, carentedesesperada e não dou ouvidos à conselhos. sério.
Hoje descobri que o amor da minha vida não passa de um pivete de 19 anos.
Prepotente, arrogante, fútil.
humano.
ah.
E, até há algumas horas atrás, aquele era, pra mim, "O" cara.
Aquele cara que marca nossa vida pra sempre; aquele que a gente gosta mais do que qualquer um.
Passei seis anos caindo de amores por ele e... bem, acabou que não deu em grandes resultados.
Ainda assim, continuei admirando muito o "amor da minha vida". mesmo. até hoje.
Acontece que no meu mundo colorido só tem decepção(e não falo apenas do meu amor infantil). Eu só me fodo. Só faço a escolha errada.
A culpa? não é do destino, não. é da minha burrice.
Já dizia um conhecido meu: feliz é aquele que entra num relacionamento com a razão(ao invés da emoção), porque é usando a razão (e não o sentimento) que saímos dele.
O meu problema é que sou burra, impulsiva, carentedesesperada e não dou ouvidos à conselhos. sério.
Hoje descobri que o amor da minha vida não passa de um pivete de 19 anos.
Prepotente, arrogante, fútil.
humano.
ah.
sábado, 24 de novembro de 2007
Depois do divórcio
Depois de um pé na bunda traumático, enviei um -mail a mim mesma. Um ou dois meses depois já havia me esquecido dele e só fui lê-lo novamente agora....
Eis oq a pequena adolescente em crise escreve (depois que passa, a gente vê o quanto fomos bobos):
PACTO
De:
(e-mail censurado)
Enviada:
sábado, 17 de março de 2007 19:26:02
Para:
(e-mail censurado)
quero um cara que:
-não seja narcisista
-me ache a pessoa mais incrível do mundo, mas jamais ouse dizer isso.
-nunca diga que me ama, pq d um jeito meio maluco, eu já vou saber disso
-seja totalmente diferente de mim
-seja apaixonado por musica
-qndo eu chama-lo de retardado inútil, ele simplesmente me chame de idiota(ou alguma coisa do nível) como resposta
-não seja romântico, mas q saiba aproveitar o momento
-me proteja, mas sem exageros
-me acompanhe, mas sem exageros
-me deixe quieta no meu canto qndo eu estiver em colapso nervoso, mas q deixe claro q quer me ajudar no q for
-seja nerd!!!
-diga as coisas diretamente (sem doce ou indiretas)
-seja meio filosofo...
-tenha paciência para me explicar as coisas
-que mostre interesse nas coisas que gosto(tipo parnasianismo!! hahahah)
-que simplesmente não entenda meu gosto musical
-que prefira falar as coisas pessoalmente, não por msn nem por telefone (odeio essas coisas...)
-que nunca atenda o celular
-que respeite minha família e meus amigos (por mais doidos e estranhos q eles sejam)
-que me deixe ser simplesmente "m!" e q possa ser simplesmente ele enquanto um casal. sem colocar defeitos. sem essa coisa de se anular um pelo outro, ou sei lá... autenticidade e personalidade própria. é isso.
e só.
Eis oq a pequena adolescente em crise escreve (depois que passa, a gente vê o quanto fomos bobos):
PACTO
De:
(e-mail censurado)
Enviada:
sábado, 17 de março de 2007 19:26:02
Para:
(e-mail censurado)
quero um cara que:
-não seja narcisista
-me ache a pessoa mais incrível do mundo, mas jamais ouse dizer isso.
-nunca diga que me ama, pq d um jeito meio maluco, eu já vou saber disso
-seja totalmente diferente de mim
-seja apaixonado por musica
-qndo eu chama-lo de retardado inútil, ele simplesmente me chame de idiota(ou alguma coisa do nível) como resposta
-não seja romântico, mas q saiba aproveitar o momento
-me proteja, mas sem exageros
-me acompanhe, mas sem exageros
-me deixe quieta no meu canto qndo eu estiver em colapso nervoso, mas q deixe claro q quer me ajudar no q for
-seja nerd!!!
-diga as coisas diretamente (sem doce ou indiretas)
-seja meio filosofo...
-tenha paciência para me explicar as coisas
-que mostre interesse nas coisas que gosto(tipo parnasianismo!! hahahah)
-que simplesmente não entenda meu gosto musical
-que prefira falar as coisas pessoalmente, não por msn nem por telefone (odeio essas coisas...)
-que nunca atenda o celular
-que respeite minha família e meus amigos (por mais doidos e estranhos q eles sejam)
-que me deixe ser simplesmente "m!" e q possa ser simplesmente ele enquanto um casal. sem colocar defeitos. sem essa coisa de se anular um pelo outro, ou sei lá... autenticidade e personalidade própria. é isso.
e só.
domingo, 18 de novembro de 2007
O Psicopata e Eu
Todo mundo já sabe que eu sou meio esquisita. Esse negocio de pavio curto, temperamento instável, comportamento impulsivo e bla bla bla.
Mas, sinceramente, eu estou progredindo!! De verdade. Faz meses que não penso em me vingar de ninguém. Na verdade, eu terminei nesse ano três ou quatro relacionamentos sem planejar nenhuma vingança ou humilhação pública. Não há de negar que temos um avanço aí.
Prova disso é que ontem foi o aniversário daquele meu ex-namorado preferido.
Aquele que me fez conhecer o cigarro, o desespero e o rancor.
Ele mesmo.
Não que eu diga que todos os meus problemas são culpa dele. Nada disso. Tudo o que aconteceu antes e depois do término de nosso namoro é de responsabilidade única, total e exclusiva minha (tem alguma coisa a ver com o fato deu não conseguir lidar com momentos difíceis e etc).
Mas, poxa, ontem foi aniversário do cara. E eu fui falar parabéns. Eu fui fofa!! Pela primeira vez na vida pós-pénabunda, eu fui fofa com ele!
E o cara apagou meu scrap.
Não que eu esperasse que ele agradecesse, mas... [pausa]
Acontece que, depois que levei um pé na bunda federal, eu corri atrás dele. Corri como qualquer garota apaixonada correria humilhantemente atrás do cara amado. E ele, como qualquer vilão de história infantil (com algum motivo nobre) me ignorava.
(aí veio o meu aniversário e o filho da puta não mandou parabéns. mas isso é irrelevante na história.)
Então eu resolvi desencanar. Ahan. Não me vinguei como de costume. Apenas comecei a sair mais com minhas amigas e entrar menos na internet. E o cara pirou.
mesmo.
Me ligava todos os dias, tarde da noite. Me pedia pra voltar e bla bla bla. Se humilhava.
E quando eu dizia que não o queria mais, por causa do amor que eu não sentia, ele atribuía o fora como "um produto do orgulho, rancor e vingança" porque eu era uma vaca fria e arrogante.
Eu não me importava, até dava uma trelinha porque... bem, eu ainda gostava do cara. só um pouquinho. (mas tinha medo de quebrar a cara. de novo.)
Acontece que a coisa começou a ficar doentia. e eu comecei a ficar com medo do possível psicopata. Ele sabia onde eu morava. Ele sabia o nome da minha mãe e onde ela trabalhava. Ele conhecia gente estranha. Vai saber se o cara não ia me matar enquanto eu dormia e em seguida matar o resto da minha família ou sei lá. Ah. e o pior: ele sabia tudo o que eu fazia no meu cotidiano, mesmo quando eu não falava nada. Algo como "ontem você foi ao shopping com sua irmã e seu cunhado e comprou três meias." (sim, eu estou exagerando)
De qualquer forma, eu fui falar parabéns. porque sou educada e fofa e quero manter uma boa relação (de não-ódio) com o cara que um dia foi o amor da minha vida. E ele o que fez??
apagou o scrap.
Tá. sem problemas. eu não me importo de ser ignorada por ex-namorados. mesmo.
mas, ao que me parece, o esquisito atribuiu a coisa como se fosse um pedido meu de "volta, baby" ou sei lá. algo a ver com orgulho, não entendi bem.
Diz: mania de perseguição, egocentrismo crônico, raiva acumulada, rancor.... é ou não é meio doentio??
É. só atraio maluco. mesmo.
Mas, sinceramente, eu estou progredindo!! De verdade. Faz meses que não penso em me vingar de ninguém. Na verdade, eu terminei nesse ano três ou quatro relacionamentos sem planejar nenhuma vingança ou humilhação pública. Não há de negar que temos um avanço aí.
Prova disso é que ontem foi o aniversário daquele meu ex-namorado preferido.
Aquele que me fez conhecer o cigarro, o desespero e o rancor.
Ele mesmo.
Não que eu diga que todos os meus problemas são culpa dele. Nada disso. Tudo o que aconteceu antes e depois do término de nosso namoro é de responsabilidade única, total e exclusiva minha (tem alguma coisa a ver com o fato deu não conseguir lidar com momentos difíceis e etc).
Mas, poxa, ontem foi aniversário do cara. E eu fui falar parabéns. Eu fui fofa!! Pela primeira vez na vida pós-pénabunda, eu fui fofa com ele!
E o cara apagou meu scrap.
Não que eu esperasse que ele agradecesse, mas... [pausa]
Acontece que, depois que levei um pé na bunda federal, eu corri atrás dele. Corri como qualquer garota apaixonada correria humilhantemente atrás do cara amado. E ele, como qualquer vilão de história infantil (com algum motivo nobre) me ignorava.
(aí veio o meu aniversário e o filho da puta não mandou parabéns. mas isso é irrelevante na história.)
Então eu resolvi desencanar. Ahan. Não me vinguei como de costume. Apenas comecei a sair mais com minhas amigas e entrar menos na internet. E o cara pirou.
mesmo.
Me ligava todos os dias, tarde da noite. Me pedia pra voltar e bla bla bla. Se humilhava.
E quando eu dizia que não o queria mais, por causa do amor que eu não sentia, ele atribuía o fora como "um produto do orgulho, rancor e vingança" porque eu era uma vaca fria e arrogante.
Eu não me importava, até dava uma trelinha porque... bem, eu ainda gostava do cara. só um pouquinho. (mas tinha medo de quebrar a cara. de novo.)
Acontece que a coisa começou a ficar doentia. e eu comecei a ficar com medo do possível psicopata. Ele sabia onde eu morava. Ele sabia o nome da minha mãe e onde ela trabalhava. Ele conhecia gente estranha. Vai saber se o cara não ia me matar enquanto eu dormia e em seguida matar o resto da minha família ou sei lá. Ah. e o pior: ele sabia tudo o que eu fazia no meu cotidiano, mesmo quando eu não falava nada. Algo como "ontem você foi ao shopping com sua irmã e seu cunhado e comprou três meias." (sim, eu estou exagerando)
De qualquer forma, eu fui falar parabéns. porque sou educada e fofa e quero manter uma boa relação (de não-ódio) com o cara que um dia foi o amor da minha vida. E ele o que fez??
apagou o scrap.
Tá. sem problemas. eu não me importo de ser ignorada por ex-namorados. mesmo.
mas, ao que me parece, o esquisito atribuiu a coisa como se fosse um pedido meu de "volta, baby" ou sei lá. algo a ver com orgulho, não entendi bem.
Diz: mania de perseguição, egocentrismo crônico, raiva acumulada, rancor.... é ou não é meio doentio??
É. só atraio maluco. mesmo.
sábado, 17 de novembro de 2007
10
Não que ela não acreditasse em amor.
Apenas via o sentimento como algo estranhamente maligno, algo que engana. Afinal, a única realidade confirmada é o egoísmo do ser.
Talvez fosse pelos divórcios da mãe, ou pelas dezenas de madrastas que viera a conhecer.
Acontece que foi tendo um namorado atrás do outro, como se nenhum de fato importasse.
A frase mais falada sempre foi eu te amo, e sempre foi verdadeira. Uma verdade meio que não levada muito à sério. Ou talvez levada a sério demais.
Muito falada por ter namorados demais. Essa era ela.
E o que mais a surpreendia era o fato de não estar satisfeita: no mundo há tantas pessoas legais... porque ficar com um só?
Além disso, como era mesmo a frase..? Homem é tudo igual...?
É. Não que ela acreditasse em exceções mas....
Dez me parece um número bom.
Apenas via o sentimento como algo estranhamente maligno, algo que engana. Afinal, a única realidade confirmada é o egoísmo do ser.
Talvez fosse pelos divórcios da mãe, ou pelas dezenas de madrastas que viera a conhecer.
Acontece que foi tendo um namorado atrás do outro, como se nenhum de fato importasse.
A frase mais falada sempre foi eu te amo, e sempre foi verdadeira. Uma verdade meio que não levada muito à sério. Ou talvez levada a sério demais.
Muito falada por ter namorados demais. Essa era ela.
E o que mais a surpreendia era o fato de não estar satisfeita: no mundo há tantas pessoas legais... porque ficar com um só?
Além disso, como era mesmo a frase..? Homem é tudo igual...?
É. Não que ela acreditasse em exceções mas....
Dez me parece um número bom.
Vestibular
Deus, que medo.
É sempre assim: sou a pessoa mais centrada do mundo....
e de repente surto.
Eu sei que não é minha obrigação, mas eu quero passar. Não pra me sentir superior intelectualmente (mas isso seria muito legal), mas só pra ver como é a segunda fase, ou whatever.
Isso porque eu sei que jamais entrarei em universidade nenhuma (salvo Unip). E farei mil anos de cursinho. E serei vagal desempregada sem futuro.
Aí eu me suicido.
Na verdade estou mais preocupada com a prova de matematica do que outra coisa.
Mas dane-se, porque eu não estudo mesmo.
Se eu repetir, é por merecer. mas dane-se também, porque aí eu me mato.
Não que eu ache que minha vida escolar é tudo, mas sabe como é; questão de honra.
O pior é que aquela minha frase "se nada der certo, dou o golpe do baú" não cola mais. Isso porque eu quero entrar numa faculdade. mesmo. só pra sair do colégio de playboys infernais e arrumar amigas tão estranhas e alcoolatras quanto eu.
Ah. e o pior é que eu fico preocupada com o meu namorado. Porque quero que ele passe na Unicamp. apesar de sentir um puta medo.
O motivo: algo egoísta do tipo "na faculdade tem um monte de mulher mais velha, mais bonita e mais inteligente"
Mas foda-se. a minha vontade de vê-lo se dar bem é maior. não que eu ache que ciencia da computação seja lá algo que combine com ele... na verdade eu acho que ele vai desistir do curso na metade. Afinal, ele namora comigo. Exatas não é lá boa coisa.
De qualquer forma, estou tão neurótica com isso que nem dois litros de café foi o suficiente pra me acalmar.
Nem meu esmalte vermelho. Nem (consequentemente) minhas unhas roídas.
Preciso de um cigarro.
É sempre assim: sou a pessoa mais centrada do mundo....
e de repente surto.
Eu sei que não é minha obrigação, mas eu quero passar. Não pra me sentir superior intelectualmente (mas isso seria muito legal), mas só pra ver como é a segunda fase, ou whatever.
Isso porque eu sei que jamais entrarei em universidade nenhuma (salvo Unip). E farei mil anos de cursinho. E serei vagal desempregada sem futuro.
Aí eu me suicido.
Na verdade estou mais preocupada com a prova de matematica do que outra coisa.
Mas dane-se, porque eu não estudo mesmo.
Se eu repetir, é por merecer. mas dane-se também, porque aí eu me mato.
Não que eu ache que minha vida escolar é tudo, mas sabe como é; questão de honra.
O pior é que aquela minha frase "se nada der certo, dou o golpe do baú" não cola mais. Isso porque eu quero entrar numa faculdade. mesmo. só pra sair do colégio de playboys infernais e arrumar amigas tão estranhas e alcoolatras quanto eu.
Ah. e o pior é que eu fico preocupada com o meu namorado. Porque quero que ele passe na Unicamp. apesar de sentir um puta medo.
O motivo: algo egoísta do tipo "na faculdade tem um monte de mulher mais velha, mais bonita e mais inteligente"
Mas foda-se. a minha vontade de vê-lo se dar bem é maior. não que eu ache que ciencia da computação seja lá algo que combine com ele... na verdade eu acho que ele vai desistir do curso na metade. Afinal, ele namora comigo. Exatas não é lá boa coisa.
De qualquer forma, estou tão neurótica com isso que nem dois litros de café foi o suficiente pra me acalmar.
Nem meu esmalte vermelho. Nem (consequentemente) minhas unhas roídas.
Preciso de um cigarro.
sexta-feira, 16 de novembro de 2007
2 aulas
Se não fosse pelo meu melodrama, hoje teria sido um dia normal.
Um desses dias de "graças a Deus, última sexta-feira do ano letivo!"
Mas é.
A última sexta-feira do ano letivo.
Eu sei que não é nenhum fim de mundo. Sei que tudo o que fiz foi por puro egoísmo e melodrama. sei de tudo isso.
Acontece que me dá o maior aperto saber que... bom, é.
Eu não esperava que meus professores lembrassem de mim para sempre. Nunca esperei isso de ninguém, na verdade. Mas(odeio admitir)isso dá um puta desespero.
Não interessa que ainda haverão encontros casuais pelos corredores. Todo mundo sabe que não é a mesma coisa. Não me interessa se tem o blog, ou msn, ou o que for. porque eu sei que, no começo, vai ser bacana, como sempre. Mas depois o assunto vai acabar.
É como quando minha mãe se divorciou. Eu disse, eu prometi, ao meu padrasto que manteria contato, que ligaria todos os dias. mesmo sabendo que nunca voltaria a vê-lo. Eu só menti porque detesto ver desesperança, detesto ver as pessoas(queridas)chorando. E acho que menti (principalmente, na verdade) para me reconfortar. porque detesto sentir desesperança.
Dessa forma, sei muito bem que as promessas de "nos veremos por aí" ou "ainda vamos sair juntas!" não são lá muito verdadeiras. sei lá. talvez seja tudo parte do meu complexo egoísta de abandono.
Eu sei o tamanho da falta que me fará as dancinhas, ironias, comentários inconvenientes, frases e palavras exclusivas (do tipo "nenéns" e "blambers"). Isso porque nunca gostei tanto de um professor (nem do Morato).
É. não sou uma aluna imparcial. (hahaha)
O pior é que eu sei que isso tudo não passa de um egocentrismo idiota(misto ao melodrama)de uma menina boba.
Aiai.
(desculpa por ter chorado.)
Um desses dias de "graças a Deus, última sexta-feira do ano letivo!"
Mas é.
A última sexta-feira do ano letivo.
Eu sei que não é nenhum fim de mundo. Sei que tudo o que fiz foi por puro egoísmo e melodrama. sei de tudo isso.
Acontece que me dá o maior aperto saber que... bom, é.
Eu não esperava que meus professores lembrassem de mim para sempre. Nunca esperei isso de ninguém, na verdade. Mas(odeio admitir)isso dá um puta desespero.
Não interessa que ainda haverão encontros casuais pelos corredores. Todo mundo sabe que não é a mesma coisa. Não me interessa se tem o blog, ou msn, ou o que for. porque eu sei que, no começo, vai ser bacana, como sempre. Mas depois o assunto vai acabar.
É como quando minha mãe se divorciou. Eu disse, eu prometi, ao meu padrasto que manteria contato, que ligaria todos os dias. mesmo sabendo que nunca voltaria a vê-lo. Eu só menti porque detesto ver desesperança, detesto ver as pessoas(queridas)chorando. E acho que menti (principalmente, na verdade) para me reconfortar. porque detesto sentir desesperança.
Dessa forma, sei muito bem que as promessas de "nos veremos por aí" ou "ainda vamos sair juntas!" não são lá muito verdadeiras. sei lá. talvez seja tudo parte do meu complexo egoísta de abandono.
Eu sei o tamanho da falta que me fará as dancinhas, ironias, comentários inconvenientes, frases e palavras exclusivas (do tipo "nenéns" e "blambers"). Isso porque nunca gostei tanto de um professor (nem do Morato).
É. não sou uma aluna imparcial. (hahaha)
O pior é que eu sei que isso tudo não passa de um egocentrismo idiota(misto ao melodrama)de uma menina boba.
Aiai.
(desculpa por ter chorado.)
terça-feira, 13 de novembro de 2007
Bebês
Desde quando levei um pé na bunda - e passei por aquelas "transformações radicais" - decidi: não quero ter filhos.
E minha convivência com pessoas como César e Lucas me faz ter a total certeza de que ter filho é a maior cagada que se pode cometer. Você estraga o seu corpo, fica nove meses sem beber, perde a sua juventude, acorda de madrugada, ganha possíveis gastrites e outros "ites" relacionados ao estress, gasta rios dinheiro com boa educação... pra, no fim, ainda ter prejuízo. Existem certas pessoas - a maioria adolescente - para as quais olhamos e indagamos "por que, Deus, por que???" ou seja: o prejuízo não é só dos pais, mas de toda a sociedade.
Por essas e outras razões (aquecimento global e o aumento da violência) decidi: não, não vou ter filhos. Por mais gracinhas que sejam os bebês: eles crescem e viram pequenos delinquentes.
Partindo dessa linha de raciocínio, criei o seguinte lema: não tenha filhos, compre um cachorro.
É. Me arrependi.
Deus, por que ninguém me avisou????
A diferença entre um filhote de cachorro e um filhote de homem é que.... bom, o cachorro meio que já nasce sabendo andar. De resto, é tudo igual. Ambos fazem cocô pela casa inteira, cheiram mal, choram, mordem e não param de encher o saco.
Digo isso porque meu pai fez o favor de trazer o "mau irmão" - Reginaldo - para uma visita. A princípio foi tudo uma maravilha. O bicho era fofo, quieto e carinhoso.
É, era.
Passado uma hora, o cão virou o demonio.
Não posso estudar, não posso assistir televisão, não posso fazer droga nenhuma, porque ele não pára de me morder e pular pela casa e arrastar roupas e estraçalhar jornais...
Nesse exato momento, o tréco tá aqui, dormindo em cima do meu teclado, só pra atrapalhar.
Ah...
Maternidade não é comigo. mesmo.
eu mencionei que o bicho usa fralda?
E minha convivência com pessoas como César e Lucas me faz ter a total certeza de que ter filho é a maior cagada que se pode cometer. Você estraga o seu corpo, fica nove meses sem beber, perde a sua juventude, acorda de madrugada, ganha possíveis gastrites e outros "ites" relacionados ao estress, gasta rios dinheiro com boa educação... pra, no fim, ainda ter prejuízo. Existem certas pessoas - a maioria adolescente - para as quais olhamos e indagamos "por que, Deus, por que???" ou seja: o prejuízo não é só dos pais, mas de toda a sociedade.
Por essas e outras razões (aquecimento global e o aumento da violência) decidi: não, não vou ter filhos. Por mais gracinhas que sejam os bebês: eles crescem e viram pequenos delinquentes.
Partindo dessa linha de raciocínio, criei o seguinte lema: não tenha filhos, compre um cachorro.
É. Me arrependi.
Deus, por que ninguém me avisou????
A diferença entre um filhote de cachorro e um filhote de homem é que.... bom, o cachorro meio que já nasce sabendo andar. De resto, é tudo igual. Ambos fazem cocô pela casa inteira, cheiram mal, choram, mordem e não param de encher o saco.
Digo isso porque meu pai fez o favor de trazer o "mau irmão" - Reginaldo - para uma visita. A princípio foi tudo uma maravilha. O bicho era fofo, quieto e carinhoso.
É, era.
Passado uma hora, o cão virou o demonio.
Não posso estudar, não posso assistir televisão, não posso fazer droga nenhuma, porque ele não pára de me morder e pular pela casa e arrastar roupas e estraçalhar jornais...
Nesse exato momento, o tréco tá aqui, dormindo em cima do meu teclado, só pra atrapalhar.
Ah...
Maternidade não é comigo. mesmo.
eu mencionei que o bicho usa fralda?
segunda-feira, 12 de novembro de 2007
Just Patetic
Confesso que tenho as crises mais engraçadas do (meu) mundo.
Confesso ainda que esse negocio de blog me deixou meio tãn-tã.
É muito egocentrismo para o meu ego já gigante.
A parte ruim: eu gosto.
A parte pior: talvez eu até repita de ano. mas prefiro mil vezes escrever bobagens na internet do que estudar matemática.
Quarquer coisa eu me mato. E aí não é prejuízo pra ninguém.
O mais idiota é que eu rio com as barbaridades que chego a pensar nesses dias "tristes, deprimentes e solitários".
Droga. Preciso de uma amiga.
Confesso ainda que esse negocio de blog me deixou meio tãn-tã.
É muito egocentrismo para o meu ego já gigante.
A parte ruim: eu gosto.
A parte pior: talvez eu até repita de ano. mas prefiro mil vezes escrever bobagens na internet do que estudar matemática.
Quarquer coisa eu me mato. E aí não é prejuízo pra ninguém.
O mais idiota é que eu rio com as barbaridades que chego a pensar nesses dias "tristes, deprimentes e solitários".
Droga. Preciso de uma amiga.
Equívoco
Gostar de rosa é coisa de fresca
Gostar de Beatles é senso comum
Gostar de Paulo Coelho é ignorância
Gostar de cinema nacional é puro mau gosto
Tocar numa banda é fundamental
Ter um iPod é indispensável
Ter um melhor amigo é dispensável
Apaixonar-se é ter um namorado
Ser nacionalista é burrice
Ser patriota é bonito
Ser intercambista é o máximo
Ser loira e magra também
Por fim: nenhum homem presta
Gostar de Beatles é senso comum
Gostar de Paulo Coelho é ignorância
Gostar de cinema nacional é puro mau gosto
Tocar numa banda é fundamental
Ter um iPod é indispensável
Ter um melhor amigo é dispensável
Apaixonar-se é ter um namorado
Ser nacionalista é burrice
Ser patriota é bonito
Ser intercambista é o máximo
Ser loira e magra também
Por fim: nenhum homem presta
De depressivo à senso comum
Deus sabe que sou depressiva. E sou mesmo.
Não me interessa se tenho o melhor namorado-bocó do mundo. não me interessa se tenho a melhor professora-e-possível-amiga do mundo. não me interessa se tenho a melhor família insuportável do mundo, ou se tenho os melhores amigos que eu haveria de ter.
Eu choro por qualquer coisa. e tenho essa mania besta de me fazer de vitima.
Acaba que acaba em depressão.
Acontece que eu não preciso da minha analista (sim, eu vou a analista... mas digo: ela não é lá grande coisa - sem ofensa) e nem de uma grossa estúpida para me dizer "putz. como vc é tonta".
Talvez isso seja porque eu já sou grossa estúpida o suficiente.
Ou porque o fato de que o mundo é suficientemente depressivo e aquela ideia de "amiga... o fluxo natural da vida é piorar cada vez mais" me dão esperanças de que... bom, esperança nenhuma, na verdade. O mundo está realmente perdido. Só existem pessoas idiotas. E as pessoas legais... bem, elas são idiotas também.
E, dessa vez, eu não culpo o capitalismo. Deixo meu espírito comunista proutra hora. A culpa é desse povo (estou incluída nele) com mania de crises. Essa coisa de precisar achar uma resposta só porque não aceita o óbvio.... essa coisa de ter que achar mocinho e bandido na parada... essa mania que todos temos de querer viver uma história hollywoodiana... É maluquice. mesmo.
E eu sou uma dessas malucas. É terrível ter que admitir: sou humana (uma humana meio e.t., que não se encaixa na droga de escola... ou na própria família -bandodecapitalistasestranhos). E, sempre que possível, transformo tudo em ficção.
É como Lisbela fazia: tudo em minha vida vira filme. É legal isso. É bom fingir que tudo gira ao meu redor... fingir que o mundo é perfeito ou imperfeito - varia com o meu humor. Mas é importante não misturar. O que está no blog, fica no blog. É um simples roteiro de filme, não é real.
Bem vindo(a) à adolescência. E note: para ser diferente, não é preciso não-gostar de Beatles. Isso é tãããão senso comum. :] ah. Note mais uma vez: quem não se importa, não dá satisfações! ;)
-Deus, por que eu me importo???-
criei um monstro(?)
Não me interessa se tenho o melhor namorado-bocó do mundo. não me interessa se tenho a melhor professora-e-possível-amiga do mundo. não me interessa se tenho a melhor família insuportável do mundo, ou se tenho os melhores amigos que eu haveria de ter.
Eu choro por qualquer coisa. e tenho essa mania besta de me fazer de vitima.
Acaba que acaba em depressão.
Acontece que eu não preciso da minha analista (sim, eu vou a analista... mas digo: ela não é lá grande coisa - sem ofensa) e nem de uma grossa estúpida para me dizer "putz. como vc é tonta".
Talvez isso seja porque eu já sou grossa estúpida o suficiente.
Ou porque o fato de que o mundo é suficientemente depressivo e aquela ideia de "amiga... o fluxo natural da vida é piorar cada vez mais" me dão esperanças de que... bom, esperança nenhuma, na verdade. O mundo está realmente perdido. Só existem pessoas idiotas. E as pessoas legais... bem, elas são idiotas também.
E, dessa vez, eu não culpo o capitalismo. Deixo meu espírito comunista proutra hora. A culpa é desse povo (estou incluída nele) com mania de crises. Essa coisa de precisar achar uma resposta só porque não aceita o óbvio.... essa coisa de ter que achar mocinho e bandido na parada... essa mania que todos temos de querer viver uma história hollywoodiana... É maluquice. mesmo.
E eu sou uma dessas malucas. É terrível ter que admitir: sou humana (uma humana meio e.t., que não se encaixa na droga de escola... ou na própria família -bandodecapitalistasestranhos). E, sempre que possível, transformo tudo em ficção.
É como Lisbela fazia: tudo em minha vida vira filme. É legal isso. É bom fingir que tudo gira ao meu redor... fingir que o mundo é perfeito ou imperfeito - varia com o meu humor. Mas é importante não misturar. O que está no blog, fica no blog. É um simples roteiro de filme, não é real.
Bem vindo(a) à adolescência. E note: para ser diferente, não é preciso não-gostar de Beatles. Isso é tãããão senso comum. :] ah. Note mais uma vez: quem não se importa, não dá satisfações! ;)
-Deus, por que eu me importo???-
criei um monstro(?)
sábado, 10 de novembro de 2007
Ok, então vamos falar de estética
Comprei o dvd de uma de nossas apresentações. E foi através dele que descobri: sou um monstro.
Que eu era feia, eu já sabia. Mas porraaaa! Baixinha, gordinha, ca cara amassada e voz de taquara raxada. E o pior está por vir: o meu cabeção.
Nunca me toquei até ver aquela coisa gigante (sustentada pelo corpinho gordo) no meio do palco: minha cabeça é medonha. É desproporcional!!!!
Por que ninguém nunca disse que sou cabeçuda???
Omitiram essa verdade durante todos esses anos?!?!?!
Deveria ser proibido pessoas como eu circularam por aí. credo.
Que eu era feia, eu já sabia. Mas porraaaa! Baixinha, gordinha, ca cara amassada e voz de taquara raxada. E o pior está por vir: o meu cabeção.
Nunca me toquei até ver aquela coisa gigante (sustentada pelo corpinho gordo) no meio do palco: minha cabeça é medonha. É desproporcional!!!!
Por que ninguém nunca disse que sou cabeçuda???
Omitiram essa verdade durante todos esses anos?!?!?!
Deveria ser proibido pessoas como eu circularam por aí. credo.
Rima
Eu poderia ser a melhor escritora do mundo. e ainda assim não saberia rimar.
O sonho da minha vida, desde quando aprendi a escrever, foi fazer rima.
Não uma rima do tipo "nem a pau, Juvenau" ou "vou cantar para o mal espantar". Não. Uma rima de verdade. num poema, sabe?
Ah. Taí outra coisa que não sei fazer: poesia.
Digo isso porque hoje escrevemos uma música (Mari, Joyce, Iza, Bia e eu). O ritmo era bossa nova e a letra foi de extremo improviso - um pedido da nossa regente. Ficou mais ou menos assim: "Bem de manhã/Venho cantar/Uma canção no tom/Para a voz eu afinar."
Bom, rimar, rimou. Só faltou ficar bom.
Eu já tentei escrever poesia. juro. mas a minha limitação mental me impede. Sempre sai coisas de 1) amor 2) morte 3) solidão. E de estilo trash, sabe?? do tipo "Rosas são vermelhas e violetas são azuis..." Deus! Deprimente. mesmo.
Quisera eu fazer um curso de "aprenda a rimar" ou sei lá.
E é isso que faz com q a J! desperte a maior admiração em mim: ela sabe rimar. ela sabe escrever poesia, porra!
Até o Zeca Pagodinho sabe rimar. Saco.
Ah, que triste.
(é por isso que poesia concreta é melhor! haha.)
O sonho da minha vida, desde quando aprendi a escrever, foi fazer rima.
Não uma rima do tipo "nem a pau, Juvenau" ou "vou cantar para o mal espantar". Não. Uma rima de verdade. num poema, sabe?
Ah. Taí outra coisa que não sei fazer: poesia.
Digo isso porque hoje escrevemos uma música (Mari, Joyce, Iza, Bia e eu). O ritmo era bossa nova e a letra foi de extremo improviso - um pedido da nossa regente. Ficou mais ou menos assim: "Bem de manhã/Venho cantar/Uma canção no tom/Para a voz eu afinar."
Bom, rimar, rimou. Só faltou ficar bom.
Eu já tentei escrever poesia. juro. mas a minha limitação mental me impede. Sempre sai coisas de 1) amor 2) morte 3) solidão. E de estilo trash, sabe?? do tipo "Rosas são vermelhas e violetas são azuis..." Deus! Deprimente. mesmo.
Quisera eu fazer um curso de "aprenda a rimar" ou sei lá.
E é isso que faz com q a J! desperte a maior admiração em mim: ela sabe rimar. ela sabe escrever poesia, porra!
Até o Zeca Pagodinho sabe rimar. Saco.
Ah, que triste.
(é por isso que poesia concreta é melhor! haha.)
Msn
Pedro diz:
tenho q aproveitar o resto do tempo q posso falar com vc
mih (: diz:
seu tempo não tem resto
mih (: diz:
e eu não vou sonhar com vc, convencido
Pedro diz:
droga
vc nunca sonha comigo
mih (: diz:
ms é em vc q eu penso antes de dormir
Pedro diz:
serio?
mih (: diz:
não. é mentira!
=D
é serio sim, né bocó!?
Pedro diz:
e depois vc fala q não sabe ser fofa
¬¬
obrigada por me suportar.
:)
tenho q aproveitar o resto do tempo q posso falar com vc
mih (: diz:
seu tempo não tem resto
mih (: diz:
e eu não vou sonhar com vc, convencido
Pedro diz:
droga
vc nunca sonha comigo
mih (: diz:
ms é em vc q eu penso antes de dormir
Pedro diz:
serio?
mih (: diz:
não. é mentira!
=D
é serio sim, né bocó!?
Pedro diz:
e depois vc fala q não sabe ser fofa
¬¬
obrigada por me suportar.
:)
♥
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
Tire uma fotocópia, amour.
Faz alguns dias que notei: o cara do xerox é o maior gato. Um metro e oitenta, por volta dos vinte e cinco anos, dentes perfeitos, tanquinho mais perfeito ainda, sorriso irresistível e, o que é melhor, o cara é um fofo!
Puta que pariu! Pra esse eu dava fácil.
O problema é que ele usa uma enorme argola prateada no anular direito. E pior ainda: ele não parava de olhar pra mim (aquele olhar de interesse que os homens lançam quando vêem um par de peitos). É claro que, como a boa moça que sou, nunca retribui a seus olhares (cof cof mentira cof cof) e ele sabia muito bem o motivo, porque eram claramente notáveis os olhares fulminantes que eu dava a seu anular.
Acontece que hoje foi diferente. Estava lá eu, alegre a cantar, rumo ao xerox (a fim de xerocar provas de matemática) quando o vejo sair correndo. É. Digno de espanto maior foi sua atitude seguinte: me viu debruçar no balcão e zup! o safado meteu a aliança no bolso do jeans. Há! imagina se fosse meu namorado!! Apanhava de taco de baseball, amour! Tem cabimento??
Obviamente eu quis matar o cachorro. Sentimento impulsivo que logo foi esquecido pelo sorriso de réu. Ah... e que sorriso.
:)
Puta que pariu! Pra esse eu dava fácil.
O problema é que ele usa uma enorme argola prateada no anular direito. E pior ainda: ele não parava de olhar pra mim (aquele olhar de interesse que os homens lançam quando vêem um par de peitos). É claro que, como a boa moça que sou, nunca retribui a seus olhares (cof cof mentira cof cof) e ele sabia muito bem o motivo, porque eram claramente notáveis os olhares fulminantes que eu dava a seu anular.
Acontece que hoje foi diferente. Estava lá eu, alegre a cantar, rumo ao xerox (a fim de xerocar provas de matemática) quando o vejo sair correndo. É. Digno de espanto maior foi sua atitude seguinte: me viu debruçar no balcão e zup! o safado meteu a aliança no bolso do jeans. Há! imagina se fosse meu namorado!! Apanhava de taco de baseball, amour! Tem cabimento??
Obviamente eu quis matar o cachorro. Sentimento impulsivo que logo foi esquecido pelo sorriso de réu. Ah... e que sorriso.
:)
terça-feira, 6 de novembro de 2007
Amor
Depois de chegar a conclusão que sou uma vaca fria porque me prendo ao passado...
resolvi postar essa aqui pra ele. Porque eu amo sim. do meu jeito.
A minha sorte é que ele me deixa fingir que não o amo.
:)
resolvi postar essa aqui pra ele. Porque eu amo sim. do meu jeito.
A minha sorte é que ele me deixa fingir que não o amo.
:)
Eles preferem as futeis
Não é porque o Breda fica falando o quanto a namorada dele é burra.
Não é porque o Breda fala que mulher inteligente é feia.
Não é porque o Breda fala que jamais, portanto, ficaria com as colegas de faculdade dele.
Não é porque todos os namorados que eu tive se contentaram com meu vocabulario falsamente limitado ("ui. q fofo!" "ai, seu bobo!" "te amo, bebê!" - e etc)
Não é porque nenhum idiota, até hoje, foi capaz de entender o que eu escrevo (e eu nem escrevo difícil!!!!)
Não é porque os caras razoavelmente legais que conheço se preocupam mais com o fato de eu ser ruiva do que com o fato de... sei lá. eu sei matemática, tá?!
Não é porque nenhum cara entende meu senso de humor.
Não é, não.
Não é porque o Breda fala que mulher inteligente é feia.
Não é porque o Breda fala que jamais, portanto, ficaria com as colegas de faculdade dele.
Não é porque todos os namorados que eu tive se contentaram com meu vocabulario falsamente limitado ("ui. q fofo!" "ai, seu bobo!" "te amo, bebê!" - e etc)
Não é porque nenhum idiota, até hoje, foi capaz de entender o que eu escrevo (e eu nem escrevo difícil!!!!)
Não é porque os caras razoavelmente legais que conheço se preocupam mais com o fato de eu ser ruiva do que com o fato de... sei lá. eu sei matemática, tá?!
Não é porque nenhum cara entende meu senso de humor.
Não é, não.
inconveniente II
Lembrei qual o meu problema!!!
eu não sei fingir. é isso que estraga os meus relacionamentos.
eu finjo tãããão mal....
tsc
=T
Que coisa!
Não falo de fingir surpresa ou fingir que gosto do cara ou fingir um orgasmo. Falo de fingir mesmo.
Deus, eu NÃO sou fofa. Nem compreensiva. Nem romântica. Não sei fingir que sou. Se finjo, finjo mal (e logo "desfinjo" porque não aguento o tranco da falsidade).
Existe alguém no mundo capaz de me entender?
Saco. ¬¬
eu não sei fingir. é isso que estraga os meus relacionamentos.
eu finjo tãããão mal....
tsc
=T
Que coisa!
Não falo de fingir surpresa ou fingir que gosto do cara ou fingir um orgasmo. Falo de fingir mesmo.
Deus, eu NÃO sou fofa. Nem compreensiva. Nem romântica. Não sei fingir que sou. Se finjo, finjo mal (e logo "desfinjo" porque não aguento o tranco da falsidade).
Existe alguém no mundo capaz de me entender?
Saco. ¬¬
quinta-feira, 1 de novembro de 2007
telefonema
Pai: você tem um irmãozinho!!!
M!: ...jura? ...a Dama tá grávida?
Pai: não!!!! é um cachorro!! O nome dele é Regi!!! =D
É assim que se fala.
Pai: E a escola??
M!: Um lixo. Mas decidi que quero prestar Letras.
Pai: hum... prefiro Direito.
M!: é. eu sei. mas eu gosto de gramática. mentira. gosto de literatura, sério. e de escrever, apesar de ser meio existencialista e depressiva as vezes...
Pai: ¬¬ você não é depressiva. é longe disso.
M!: não sou eu. é meu eu-lírico. (haha. até parece. ¬¬)
Pai: quem???
M!: eu-lírico, pai. Sabe... não é você, é o "personagem"... Sabe... chega a quase ser como um heterônimo....
Pai: que??? hete....ahn? filha minha não tem isso!!!!
M!: =) fofo! (pela primeira vez, não fui irônica)
é. eu me divirto. e adoro.
:]
.senadadercertoeuprestodireito.
M!: ...jura? ...a Dama tá grávida?
Pai: não!!!! é um cachorro!! O nome dele é Regi!!! =D
É assim que se fala.
Pai: E a escola??
M!: Um lixo. Mas decidi que quero prestar Letras.
Pai: hum... prefiro Direito.
M!: é. eu sei. mas eu gosto de gramática. mentira. gosto de literatura, sério. e de escrever, apesar de ser meio existencialista e depressiva as vezes...
Pai: ¬¬ você não é depressiva. é longe disso.
M!: não sou eu. é meu eu-lírico. (haha. até parece. ¬¬)
Pai: quem???
M!: eu-lírico, pai. Sabe... não é você, é o "personagem"... Sabe... chega a quase ser como um heterônimo....
Pai: que??? hete....ahn? filha minha não tem isso!!!!
M!: =) fofo! (pela primeira vez, não fui irônica)
é. eu me divirto. e adoro.
:]
.senadadercertoeuprestodireito.
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